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sábado, 4 de julho de 2009

Magistratura e CNJ juntos mais uma vez pelo aperfeiçoamento do Judiciário

Willamara, Dipp e Mozart: audiência pública fortalece a democracia

Mais uma vez, a AMB participou de uma ação histórica para a democracia brasileira. Nesta quinta-feira, dia 2 de julho, o presidente da entidade, Mozart Valadares Pires, participou de audiência pública realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em Palmas (TO) para ouvir entidades e cidadãos sobre a realidade do Poder Judiciário local. Mozart ficou ao lado do condutor da audiência, o corregedor Nacional de Justiça, Gilson Dipp, que elogiou a participação da AMB. “Queremos o aprimoramento da Justiça e, para isso, não adianta apenas os números estatísticos frios na tela do computador. Temos contado com a AMB, que vem demonstrando que não necessariamente precisar ser corporativa, mas sim ter características institucionais”, destacou o ministro. Ao falar à população tocantinense, Mozart lembrou o dever de todo servidor público, que é o de mostrar à sociedade o que faz. “Nenhum juiz tem que temer o diálogo. Somos servidores públicos e temos dever de prestar contas à sociedade brasileira”, frisou. “Este é um novo tempo; é o caminho para a democracia. Em nome dos associados, eu registro a satisfação ao ministro. Nossos parabéns e reconhecimento pelo trabalho da Corregedoria em favor do Judiciário”, completou.A presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJ-TO), desembargadora Willamara Leila, ouviu as considerações manifestadas e afirmou que todas serão analisadas. “Todas as manifestações são sérias, da mais simples à mais grave”, disse. “Esta fiscalização do CNJ tem que nos dar humildade para reconhecer os erros e que temos que consertá-los. Quem ganha é o cidadão tocantinense”, completou a desembargadora.
Asmeto
O presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Tocantins (Asmeto), Allan Martins Ferreira, elogiou a iniciativa do CNJ: “Louvamos a presença do Conselho e estamos esperançosos com a instalação desta inspeção porque sabemos, de antemão, que bons frutos produzirão”.Allan chamou a atenção dos presentes para as mazelas encontradas nas instalações físicas de muitas comarcas do interior e também para a falta de servidores. O representante da magistratura tocantinense, então, apresentou ao ministro 14 sugestões de melhorias que, segundo ele, se cumpridas “reduzirão o congestionamento de feitos no âmbito do Poder Judiciário tocantinense”. Dentre as idéias sugeridas por Allan está a realização de força tarefa para julgamento dos feitos protocolados até dezembro de 2005 e que estejam prontos para sentença, criação de novas varas onde há congestionamento de processos, criação de cargos para psicólogos e assistentes nas varas de família e a implantação de terminais nos fóruns para consultas processuais pelas partes e advogados.Além de cidadãos comuns, participaram da audiência pública, com direito a se manifestar, entidades representando os advogados, membros do ministério público, advogados da União e servidores do Judiciário.


Fonte: Portal da AMB

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